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Validador de Sitemap XML

Detecte erros de estrutura, URLs inválidas, formatos de data incorretos e duplicatas no seu sitemap. Compatível com urlset e sitemapindex.

Hoje qualquer IA pode te explicar o que é um sitemap XML em segundos. Mas nem todos têm um plano pago, tokens disponíveis o tempo todo, ou sabem como pedir isso corretamente. Este validador existe para isso: verificação real do seu próprio sitemap, na hora — e logo abaixo explicamos como ele diferencia erros de avisos.
Apenas URLs https:// são permitidas. O sitemap é baixado no servidor e não é armazenado.
Cole o conteúdo completo do seu sitemap XML.
Processando…

      Como a validação funciona por dentro

      Erro vs. aviso — não é a mesma coisa erro = estrutura mínima quebrada (XML inválido, falta <loc>, <loc> não é uma URL) — aviso = a estrutura está correta, mas foge de uma recomendação (namespace, formato de data, faixa de priority) — Um sitemap com erros provavelmente não pode ser lido pelo Google de forma alguma. Um sitemap só com avisos pode ser lido normalmente, mas o Google pode ignorar o valor daquele campo específico — por exemplo, um lastmod com formato inválido simplesmente não será usado como sinal de rastreamento, mesmo que o resto do sitemap funcione bem.
      Formatos de lastmod aceitos AAAA-MM-DD, ou AAAA-MM-DDThh:mm:ssZ (ou com offset ±hh:mm), ou AAAA-MM-DDThh:mmZ — Exemplo válido: 2026-07-18 ou 2026-07-18T14:30:00-04:00. Um erro comum é escrever a data como 18/07/2026: não corresponde a nenhum dos 3 formatos aceitos e gera um aviso.
      Proteção contra SSRF ao validar por URL ao validar a partir de uma URL, endereços IP privados/reservados são bloqueados e a resolução DNS é fixada antes do download — É uma proteção de segurança pouco visível, mas real: sem ela, alguém poderia tentar usar o validador para fazer o servidor se conectar a endereços internos da rede (192.168.x.x, 10.x.x.x, 127.0.0.1, etc.) disfarçados atrás de um domínio público. Por isso o validador resolve o DNS uma única vez, verifica se o IP é público, e força esse mesmo IP no download real — assim um atacante não consegue trocar a resposta DNS entre a verificação e o download (ataque conhecido como «DNS rebinding»).

      Perguntas frequentes

      Um sitemap XML é um arquivo que informa aos mecanismos de busca — Google, Bing, etc. — quais páginas existem no seu site e quais são as mais importantes. Não é obrigatório para que suas páginas apareçam no Google, mas é muito útil quando o site é grande, tem páginas com poucos links internos ou o conteúdo é atualizado com frequência. O padrão é definido pela sitemaps.org e o Google o suporta desde 2005.

      urlset é o sitemap normal: contém uma lista de URLs do seu site (máximo 50.000 por arquivo e 50 MB descompactado). sitemapindex é um arquivo que aponta para outros sitemaps — útil quando você tem mais de 50.000 URLs ou quer organizar o sitemap em seções (posts, produtos, categorias). O Google lê primeiro o sitemapindex e depois baixa cada sitemap referenciado de forma independente.

      • lastmod — data da última modificação da página (formato YYYY-MM-DD). É o campo mais útil: o Google o usa como sinal para decidir quando rastrear novamente essa URL. Se não for preciso, perde valor.
      • changefreq — com que frequência a página muda: always, hourly, daily, weekly, monthly, yearly, never. O Google trata isso como uma dica, não como uma instrução.
      • priority — importância relativa da URL em relação ao restante do site, entre 0.0 e 1.0 (padrão 0.5). Só faz sentido dentro do seu próprio site; o Google não a compara entre sites diferentes.

      O Google pode rejeitar ou ignorar um sitemap com erros de formato XML, namespace incorreto ou URLs malformadas. Isso não significa que suas páginas desapareçam do índice — o Google pode encontrá-las por outros meios —, mas o sitemap deixa de cumprir sua função principal: guiar o crawler para o conteúdo que importa para você. Problemas como URLs duplicadas ou valores priority fora do intervalo (por exemplo, 1.5) também geram avisos no Google Search Console.

      Os locais mais comuns são https://seudominio.com/sitemap.xml e https://seudominio.com/sitemap_index.xml. O WordPress com Yoast SEO coloca em /sitemap_index.xml; o Rank Math também usa /sitemap_index.xml. O Shopify gera automaticamente em /sitemap.xml. Se não encontrar, verifique o arquivo robots.txt do seu site: a linha Sitemap: indica a URL exata.

      Cada arquivo sitemap pode conter até 50.000 URLs e pesar no máximo 50 MB descompactado (ou 50 MB comprimido em .gz). Se seu site ultrapassar esse número, você deve usar um sitemapindex que aponte para vários arquivos sitemap. Você pode ter até 500 sitemaps em um índice. Esses números se aplicam por sitemap, não por site.

      Se o seu sitemap é publicado como um arquivo comprimido (sitemap.xml.gz), esta ferramenta não o descomprime automaticamente ao validar por URL — ela receberá o conteúdo binário comprimido e o reportará como XML inválido. A solução é descomprimir o arquivo você mesmo (com qualquer ferramenta que descomprima .gz) e colar o XML resultante na aba «Colar XML».

      Não — esta ferramenta valida a estrutura do protocolo padrão sitemaps.org (loc, lastmod, changefreq, priority), mas não valida extensões como as tags hreflang (xhtml:link) usadas por sites multilíngues. Um sitemap com hreflang mal configurado pode passar nesta validação sem avisos, mesmo tendo erros de segmentação de idioma que ferramentas como o Google Search Console detectam.

      Esta ferramenta valida apenas a estrutura do arquivo XML segundo o protocolo sitemaps.org: se o XML é válido, se cada URL tem <loc>, se as datas e valores têm o formato correto. O Google Search Console vai além: também verifica se cada URL individual responde com código 200, se está bloqueada pelo robots.txt, se tem uma tag noindex, ou se declara uma URL canônica diferente. Um sitemap pode passar nesta validação sem erros e ainda assim ter URLs marcadas como problemáticas no Search Console, porque são duas camadas de verificação diferentes.